BOLETIM DE GREVE Nº 02 - EBSERH: SEGUNDO DIA DE GREVE - Trabalhadores rejeitam proposta no TST e greve continua nos hospitais universitários do Pará
- 1 de abr.
- 2 min de leitura
Atualizado: há 7 dias
Decisão mantém paralisação nas unidades da EBSERH e reforça mobilização nacional por reajuste e melhores condições de trabalho
Belém (PA) – Trabalhadores do Hospital Universitário João de Barros Barreto e do Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza decidiram, na manhã desta quarta-feira (1º), rejeitar a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) apresentada pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) em mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Com a decisão, a greve nas unidades federais do Pará será mantida.
A proposta foi considerada insuficiente pela categoria, que segue mobilizada em torno da pauta nacional por reajuste salarial com ganho real e melhorias nas condições de trabalho.
“Com a rejeição, a greve nos hospitais universitários do Estado do Pará continua”, afirmou Cedício de Vasconcellos, coordenador-geral do SINTSEP-PA.
🎥 VEJA NO VÍDEO - Momento em que as trabalhadoras e os trabalhadores da EBSERH deliberam pela continuidade da greve. A categoria segue firme na luta por valorização, direitos e melhores condições de trabalho!
Impasse nas negociações
A rejeição ocorre em meio ao impasse entre trabalhadores e a empresa, que ainda não apresentou proposta capaz de atender às reivindicações centrais da categoria. As negociações seguem mediadas pelo TST, com expectativa de novos desdobramentos nos próximos dias.
📸 VEJA AS FOTOS - Segundo dia de greve das trabalhadoras e dos trabalhadores da EBSERH nos hospitais Barros Barreto e Bettina Ferro
A mobilização segue forte na defesa de direitos, valorização e melhores condições de trabalho!
Mobilização nacional
A decisão dos trabalhadores no Pará acompanha o movimento nacional da categoria, que intensifica a pressão por valorização profissional e melhores condições de trabalho nas unidades hospitalares administradas pela EBSERH.
A greve atinge hospitais universitários em diferentes estados e é considerada estratégica pelas entidades sindicais para avançar nas negociações do ACT.
Sem acordo até o momento, a paralisação segue como principal instrumento de pressão da categoria.
(Matéria em atualização)


BOLETIM DA GREVE DA EBSERH Nº 02 - ABRIL/2026
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